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SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

31.03.16

PREPARANDO O FUTURO


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Fomos grandes quando olhámos o Mar.

Fomos pequenos, miseráveis e tristes sempre que lhe virámos as costas.

Do Oriente, sempre recebemos invasões belicosas,

Confiscos aviltantes,

Ocupações humilhantes.

Em todas as épocas, foi o MAR quem nos salvou

E nos garantiu a independência.

Virados agora quase exclusivamente para o Oriente,

Estamos desolados, empobrecidos, suicidários.

O Oriente expolia-nos, sem dó nem piedade.

Logo, temos de regressar imediatamente ao Mar.

Visitando-o, investigando-o, percorrendo-o,

Fazendo-o de novo nosso e nosso amigo.

Na verdade,

A nossa salvação como Nação está nos Oceanos

E não na subserviência acéfala ao Oriente,

A quem é e sempre foi muito menos do que nós.

Importa, pois, definitivamente acordar.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

30.03.16

PREPARANDO O FUTURO


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 Finalmente, foi aprovado e promulgado o ORÇAMENTO DE ESTADO para o ano de 2016.

Ora, mal o diploma foi aprovado logo se levantaram milhares de vozes.

Uns exigindo grande rigor na sua execução.

Outros vaticinando-lhe vida curta sem rectificativos.

Outros ainda chamando-lhe despesista.

Todo o mundo botou faladura.

E, afinal, a "coisa" é tão simples!!!

Na verdade, todo o orçamento (familiar, societário ou nacional) reclama, por definição, muito rigor na sua execução.

Por outro lado, não sendo nada mais do que uma previsão de despesas e de receitas, pode acontecer que,

por circunstâncias inesperadas, venha a sofrer algumas actualizações.

O que verdadeiramente interessa e realmente releva é que todos os agentes actuem com diligência, zelo,

competência, cuidado e honestidade.

Quer no orçamento nacional,

Quer no orçamento familiar,

Quer no orçamento societário,

Quer em qualquer tipo de orçamento.

Se assim acontecer, o País não entra em ruptura.

A família não requer a insolvência.

A sociedade comercial não cai na falência.

Por isso:

Não compliquemos desnecessariamente

O que, no rigor dos princípios, é muito simples.

28.03.16

PREPARAR O FUTURO


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 Preparar o futuro deste pequeno País envolve a realização de tarefas múltiplas.

De entre todas elas, permito-me destacar agora a tarefa da RECICLAGEM.

É urgente criar estímulos económicos e financeiros

Que permitam retirar da face do nosso Território milhões de velharias,

Poluentes, ineficazes, desajustadas, ruidosas.

Começaria por limpar o território de todos os veículos automóveis

Com cinco ou mais anos de matrícula.

Criaria um incentivo fiscal ao abate - que seria obrigatório.

Quem quisesse, compraria um veículo automóvel actualizado,

De preferência com motor eléctrico.

Quem preferisse andar apeado, embolsaria o incentivo.

Moveria também um eficaz combate a todos os electrodomésticos

Com uso superior a seis anos.

Criaria incentivos para a sua rápida substituição

Por artefactos mais modernos, logo, mais eficazes e menos poluentes.

E, de seguida, perseguiria tudo o que, sendo velho, é altamente tóxico,

Fábricas obsoletas, artefactos poluentes, etc.

As empresas depressa criariam artefactos mais actuais,

Assim aumentando o Produto Interno Bruto,

Reduzindo o desemprego crónico,

Melhorando a qualidade de vida.

Disse.

15.03.16

PREPARANDO O FUTURO


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 Tendo em vista o futuro próximo, importa começar a despoluir.

Despoluir os riachos, ribeiras e rios de todas as imundicies neles acumulados.

Despoluir os mares de toda a tralha que nele navega.

Despoluir as florestas de toda a porcaria que nelas depositaram.

Despoluir as fábricas, fabriquetas e estruturas semelhantes de toda a tralha nelas acumulada.

Despoluir as travessas, ruas, ruelas, estradas e vias rápidas dos milhões de carros velhos nela depositados.

Despoluir todos os motores de todos os veículos, substituindo-os por energias limpas.

Despoluir todos os arsenais bélicos, destruindo todas as máquinas que matam.

Enfim, despoluir eficaz e duradouramente toda a face da Terra.

Sem este trabalho prévio e urgente, simplesmente não há futuro

Para a espécie humana.

Ou DESPOLUÍMOS

ou EXTINGUIMO-NOS.

Não há alternativa.

Aqui fica o conselho...

"Quem tiver ouvidos para ouvir,

Ouça.

Quem tiver olhos para ver,

Veja".

Nunca, como agora,

O Futuro dependeu tanto de nós mesmos.

 

14.03.16

CRISTAS e COSTA: O "casamento" oportuno e útil


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O CDS tem nova, eficaz e oportuna liderança.

O PS continua "apegado" ao PCP/BE e Verdes.

Importa, porém, "alargar" quanto antes os consensos.

Para que o País seja efectiva e duradouramente governável.

Ora, existem muitos pontos de notória convergência entre 

A Democracia Cristã e a Social Democracia.

Impõe-se, pois, que os novos líderes do PS e do CDS

Tenham visão larga, aberta, disponível e com boas perspectivas.

Por isso,

Aqui se propõe uma aproximação entre estes dois Partidos Políticos.

A BEM DO PAÍS.

 

10.03.16

DIREITO Á VIDA versus EUTANASIA


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Inesperadamente (ou nem tanto assim), começou-se a discutir a eutanásia.

Vieram à baila exemplos de países estrangeiros,

Onde o ordenamento juridico autoriza a morte a pedido.

Será por acaso que este assunto veio a lume

Precisamente num momento em que se discutem as pensões?

Será por acaso que, muito subtilmente,

Se anuncia que algures num país da União Europeia,

Se encara a  possiblidade de qualquer indivíduo com mais de 70 anos

Pura e simplesmente declare que não quer continuar a viver

Para que, de imediato, alguém lhe ponha termo à vida?

São anúncios verdadeiramente ATERRADORES.

Prenunciam a hipótese hedionda de, com dois ou três artigos legais,

Se anular por completo as conquistas da moderna medicina,

Proibindo, de direito e de facto, a possibilidade de um qualquer cidadão

Tranquilamente envelhecer,

Recebendo, de volta, em prestações mensais,

O produto do que descontou durante dezenas de anos

De trabalho diário.

Compõem-se as contas e os défices públicos,

Mediante um retrocesso civilizacional

Sem qualquer outro exemplo na história da Humanidade.

 

Acaba-se hoje com a quarta idade,

Amanhã com a terceira idade,

Mais tarde com qualquer idade.

 

Quando todos estiverem convenientemente extintos,

AS CONTAS PÚBLICAS FICARÃO INDISCUTIVELMENTE CERTAS...

 

 

10.03.16

PCP, VERDES E BLOCO DE ESQUERDA: A ATITUDE INESPERADA


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O novo Presidente da República discursou pela primeira vez na Assembleia da República.

O seu discurso não visou nem a esquerda, nem a direita.

Literariamente bem elaborado, traçou rumos para um futuro de bom entendimento.

No final, todos aplaudiram.

Aplaudiu o Presidente de Moçambique.

Aplaudiu o Rei de Espanha.

Aplaudiu o Presidente da Comissão Europeia.

Aplaudiram os ex-Presidentes presentes.

Aplaudiram os Deputados do PPD/PSD, de pé.

Aplaudiram os Deputados do CDS, de pé.

Aplaudiram os Deputados do PS, de pé.

Mas:

Os Deputados do PCP não aplaudiram e continuaram sentados.

Os Deputados do BE não aplaudiram e continuaram sentados.

Os Deputados dos Partidos dos Verdes não aplaudiram e continuaram sentados.

Em síntese:

Divergiram notoriamente de todos os outros presentes.

Pareceu-me, salvo o devido respeito, uma atitude triste, desnecessária e, sobretudo,

Notoriamente desvantajosa para os Visados.

A continuarem com estas bizarras atitudes - mais próprias de criancinhas birrentas -,

Irão talvez sofrer notórias consequências em próximos períodos eleitorais.

Não compreendo, pois, sempre salvo o respeito devido,

A evidente GRATUITIDADE de tal gesto.

 

 

09.03.16

NOVO PRESIDENTE-MONARCA


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Acabo de acompanhar a tomada de posse do novo Presidente.

Gostei do texto do seu discurso.

Gostei da sua postura.

Gostei que tivesse chegado à Assembleia pelo seu pé.

Gostei que tivesse elogiado a postura do seu Antecessor.

Não gostei de não ver nas cerimónias um único elemento da sua família.

Não gostei que o PCP, BE e Verdes não tenham batido palmas ao seu discurso.

Gostei da variedade dos convidados, desde o Chefe de Estado de Moçambique ao Rei de Espanha.

Gostei da modesta - mas eloquente - cerimónia ecuménica na Mesquita de Lisboa.

Foi uma tomada de posse diferente, porque mais abrangente.

Parece prenunciar uma Presidência mais próxima do Povo, mais Monárquica (no bom sentido).

Mais culta, mais eclética, mais universal, mais ecuménica.

Em suma, essencialmente mais portuguesa.

 

Queira Deus não me engane.

 

Boa sorte, Professor MARCELO!