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SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

18.07.16

O PAPA, a RAINHA e os IDOSOS


simplesmente...

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O Papa Bento XVI, observando o avanço inelutável dos anos,

Decidiu renunciar ao cargo,

Abrindo, assim, automaticamente,

Um novo período de renovação na Igreja Católica.

É o bom exemplo.

 

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Por outro lado,

A Rainha Isabel de Inglaterra,

Não obstante a sua provecta idade,

Persiste em manter-se no cargo,

Com provável dano da imagem da Monarquia Inglesa.

É o exemplo menos bom.

 

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Na verdade,

O Príncipe William, duque de Edimburgo,

Já deveria ter sucedido a sua avó,

Ocupando o lugar dela no trono do Reino Unido.

Ora,

Continuando a querer ocupar o trono,

Depois de tantos anos de exercício,

Afigura-se-me que a Rainha, salvo o devido respeito,

Não está a prestar um bom serviço à Grã Bretanha,

Nem à Instituição que representa.

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Estes dois exemplos trazem à colação

O problema mais geral e mais abrangente

Da situação dos idosos na sociedade actual.

 

Hoje vive-se mais e com melhor qualidade de vida.

Este facto tem conduzido muitos idosos

A manter-se na vida activa,

Ocupando cargos elevados

Nas empresas, nas instituições, na vida social e política,

Com notório e grave dano das Gerações que lhes sucederam.

 

As novas gerações maduras, cultas, competentes e enérgicas,

Têm todo o direito de tomar sobre si o destino da Humanidade,

Na perspectiva de um futuro melhor,

 

No entanto,

 

notório egoísmo dos Idosos,

Que de nada querem largar mão,

Está a criar problemas terríveis,

De entre os quais sobressai, a olhos vistos,

O azedume com que actualmente os Novos encaram os mais Velhos.

 

Sirva-nos, pois, o bom exemplo

Do inteligente Papa Bento XVI.

 

Sem o seu gesto nobre e descomprometido,

A Humanidade não teria vivido

A experiência enriquecedora

Do bom Papa Francisco.

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11.07.16

CORAGEM E SACRIFÍCIO


simplesmente...

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Esforçaram-se, quase até ao limite das suas forças.

Com humildade.

Com perseverança.

Com coragem.

Com sacrifício.

Com muita arte.

E com imenso engenho.

Bem mereceram conquistar a taça do Euro 2016.

Quase apetece recomendar à Classe Política Portuguesa

Que imite, na forma e na substância, o admirável exemplo dos nossos Futebolistas.

 

07.07.16

PERPLEXIDADE


simplesmente...

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Salvo o devido respeito, a Classe Política não cessa de baralhar.

Sirva de exemplo as recentes afirmações do sr. ministro das Finanças no Parlamento.

Afirmou haver um "desvio enormíssimo" nas contas da CGD.

No entanto, lendo hoje a imprensa, não parece que seja exactamente assim.

O que houve, segundo leio, foi um involuntário erro nas expectativas de ganhos futuros.

Ao que dizem, provocado essencialmente pela "enormíssima" descida das taxas de juro,

Incluindo a Euribor,

Que já está com juros negativos.

Ora, os Bancos lucram fundamentalmente nos juros que cobram aos seus mutuários.

Estando os juros perto do 0% e, nalguns casos, abaixo do 0%, é óbvio que os Bancos não ganham dinheiro.

Fica, pois, a legítima dúvida:

Por que é que o sr. ministro das Finanças não explicou isto direitinho?!...

 

 

05.07.16

CULPA E PENA


simplesmente...

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Nullum crimen sine lege,

Nulla poena sine culpa.

Princípios de Direito talvez imorredoiros.

Para haver crime, tem de haver lei que preveja a conduta respectiva.

Para haver penalização, tem de haver culpa do infractor.

PORTUGAL, no seu todo, portou-se bem, face às exigências de Bruxelas.

Os Portugueses, para bem cumprir, submeteram-se a cortes enormes.

Nos seus vencimentos,

Nas suas pensões,

No seu trem de vida.

Seguiram, de perto, com enorme sacrifício, as exigências que lhes foram impostas.

Não se compreende, pois, esta vontade insana de penalizações.

Com multas absurdas.

Com congelamentos penosos.

O bom senso, os bons princípios, a boa postura,

Recomendam à UE que não siga por este caminho absurdo.

Dixit.

04.07.16

A EUROPA ESTUPEFACTA


simplesmente...

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 Um diz que sim, outro diz que não e outro diz que talvez.

Por cá, um diz que a culpa é do antecessor.

Outra afirma que, se estivesse ela a reinar, nada disto aconteceria.

Trata-se, no entanto, de coisas muito sérias.

Ou seja: de sancionar, ou não, esta nobre Nação.

Com multas pesadas.

Com congelamento de fundos indispensáveis ao investimento.

Na verdade, parece-me que ninguém entende minimamente estes soberbos "europeus".

Em juros, remunerações de técnicos e outras alcavalas, levaram-nos couro e cabelo.

Agora é que estamos realmente "de tanga".

O que é que mais querem, os senhores da UE?

Levaram-nos a pele.

Comem-nos a carne.

Querem roer-nos os ossos?!...

O que é que V. Exas. querem?!...

Um PORTEXIT?...

Já estivemos mais longe disso...