Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

26.05.18

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE A EUTANÁSIA


simplesmente...

eutanasie.jpg

 

 

            Judaísmo, cristianismo e islamismo  partilham o mesmo respeito pela vida humana: criada por Deus, é considerada um valor absoluto.

            Foi no século XVIII que a palavra “eutanásia” regressou ao nosso convívio,  embora com um sentido e um alcance muito distintos do que acontecera antes na Grécia antiga.

            Em qualquer dos casos, a “eutanásia” é sempre um assunto extremamente delicado.

            A “eutanásia” continua a ser proibida na maioria dos países ditos civilizados, com algumas excepções: Canadá, Suíça, Holanda, Luxemburgo e alguns Estados Americanos.

            No entanto, a “eutanásia activa” só é legal em quatro países: a Colômbia, a Holanda, o Luxemburgo e a Bélgica.

            A “eutanásia passiva” e o “suicídio assistido”  são legais na Suíça e em vários Estados Norte-Americanos (Oregão, Washinton, Montana, Vermont e Califórnia).

            Na Alemanha, a “eutanásia” foi largamente praticada durante o Nazismo,  com a morte de mais de 150.000 doentes, de entre os quais mais de 6.000 crianças. Hoje, a “eutanásia” é proibida, quer na sua forma “activa”, quer na sua forma “passiva”.

            Na Austrália, quer a “eutanásia activa”, quer a “ajuda ao suicídio”, são claramente ilegais,

            No Canadá, a “eutanásia activa” , apelidada de “aide médicale à mourir”, é permitida, sob condição de o paciente ser maior de idade, ter sido atingido por uma doença em fase terminal, por forma a que a “morte natural” seja razoavelmente previsível.

            Em Espanha, a “eutanásia passiva” e o “auxílio ao suicídio” foram despenalizados em 1995, estando o corpo médico vinculado a respeitar a vontade do paciente.

            Na Finlândia, a “eutanásia passiva” é legal, mas  já não o é a “eutanásia activa”.

            Em França, o sentimento geral é o de incrementar os “cuidados paliativos” e de recusar a “eutanásia”, embora se desaconselhe a “obstinação terapêutica”.

            Na Grécia, a “eutanásia”, em qualquer uma das suas formas, é totalmente ilegal.

            Na Hungria, é permitida a “eutanásia passiva”, a pedido do doente.

            Na Itália, a “eutanásia activa” é considerada crime, passível de pena de prisão efectiva de 5 a 15 anos.

            No Luxemburgo, como se disse atrás, quer a “eutanásia”, quer o “auxílio ao suicídio” são permitidos, desde o ano de 2009.

            No México, a “eutanásia passiva” é permitida desde o ano de 2008, mas a “eutanásia activa” é proibida.

            Na Noruega, a “eutanásia passiva” é permitida ao doente em agonia, a pedido deste ou de algum familiar, se este estiver inconsciente.

            Na Holanda, a “eutanásia” é legal desde o ano de 2001 e, desde o ano de 2004, é permitida até para crianças com mais de 12 anos de idade, podendo o consentimento dos pais suprir o consentimento da criança. No ano de 2003, foram efectuadas cerca de 1.800 “eutanásias”, mas, no ano de 2012, este número elevou-se para “4.188” eutanásias. Qual a explicação? Nesse ano de 2012, foram criadas brigadas médicas móveis, destinadas a deslocarem-se aos domicílios dos doentes para lhes aplicar uma injecção mortal.

            Na Polónia, a “eutanásia” é proibida.

            No Reino Unido, a “eutanásia” é equiparada ao homicídio e punida com pena de prisão de 14 anos.

            Na Escócia, foi rejeitada, no ano de 2015, uma proposta de lei para autorizar o “suicídio assistido”.

            Na Suécia, a “eutanásia activa” é proibida, mas a “eutanásia passiva” foi legalizada em 2010. O “suicídio assistido” é tolerado.

            Na Suíça, a “eutanásia activa” é proibida, mas a “eutanásia passiva” e o “suicídio assistido” são tolerados.

            Em Portugal, o assunto está em discussão.

            Mas os esclarecimentos ao Povo são poucos ou nenhuns.

            Os Deputados – sem para tanto estarem minimamente mandatados pelo Povo – assumiram com absurda arrogância o “papel” de únicos decisores em matéria tão sensível e tão controversa.

            É pena! É triste!

            Espero que não se delibere seja o que for sem um prévio e profundo esclarecimento público.

            Que o Criador da vida nos ajude!

 

Fonte:https://fr.wikipedia.org/wiki/L’égislation_sur_l’euthanasie et_le_suicide_assistés_par_pays

 

 

24.05.18

A ROTINA


simplesmente...

 

Na passadeira eléctrica, quinze minutos.

Na bicicleta eléctrica, mais quinze minutos.

Na barcaça simulada, outros quinze minutos.

Nesta maquineta, 15 elevações x 3.

Naquela, 15 flexões x 3.

Naqueloutra, mais 15 gestos x3.

Estica daqui.

Alonga dali.

Vira para para um lado.

Encolhe para o outro.

Enfim: quase uma hora de exercícios vários.

 

E ...um reconfortante duche morno a concluir.

Amanhã, deixamos o ginário e temos de novo a piscina…

Uma rotina que se pretende saudável.

Tudo para evitar a “ferrugem”.

 

 

 

21.05.18

DOMINGO TRANQUILO


simplesmente...

 

Abalámos cedo, para evitar longas filas de trânsito.

Raciocinámos bem: havia pouco tráfego.

Muito nevoeiro, algum vento e algum frio.

Parque de estacionamento quase deserto.

Praias sem veraneantes: povoadas de alguns surfistas.

Passeios descontraídos pelo longo paredão.

O vento – frio – não convidava a despir a roupa.

Café para aquecer as entranhas.

No vasto areal, existe, algures, competição entre escolas de surf.

Junto ao café/restaurante, pequenos grupos de jovens turistas despem-se descontraidamente e, de seguida, envergam os factos de surfar.

Com o erguer do sol, o ar torna-se mais ameno.

A Rosa vai passear à borda d’água.

Desço ao areal, com o sol a espreitar entre as nuvens.

Ensaio despir a camiseta.

O ar continua fresco, mas suporta-se.

Deito-me na areia húmida, sobre a toalha desfraldada.

O calor tímido do sol aquece-me as costas.

Dou uns pequenos passos à beira-mar.

Vão chegando os veraneantes.

Dispo-me e fico em calções.

Deito-me sobre as rochas, já levemente cálidas.

Quase adormeço.

Ouço vozes familiares, lá no alto.

É a Rosa, que regressa dos seus passeios.

Visto-me e vou ter com ela.

Já passa do meio-dia.

É hora do almoço.

No restaurante do “Tarquínio”, optamos por bacalhau assado, com batatas.

Não estava demasiado salgado.

Acompanha com um “pinochet”.

Depois do almoço, passamos por Carnaxide.

Para visitar as Filhas e as Netas.

Pelo caminho, parámos na casa dos frangos.

Frango assado para as Netas, com batatas fritas.

Já tinham almoçado… no macdonalds…

Não faz mal.

Sobra para o jantar.

Regressamos a casa, não demasiado tarde.

Para evitar as longas filas da “bola” no estádio nacional.

Um domingo pacífico…