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SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

SIMPLESMENTE AVÔ

Pedaços do dia-a-dia

22.03.21

MATRIMONIO


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Fazem precisamente hoje 52 anos que a Rosa e eu nos casámos catolicamente, na Igreja de Nossa Senhora do Amparo, em Benfica, Lisboa.

 

O matrimónio tem resistido a tempestades várias, umas mais leves, outras muito dolorosas.

 

Afinal, foi isto mesmo que ambos prometemos, no altar, aos pés da Virgem: sempre unidos, na saúde e na doença, no bom tempo e nas tempestades, na fartura e na carência, por todos os dias da nossa vida.

 

Talvez, nos dias de hoje, tudo isto seja um bocado "démodé".

 

Mas esta é precisamente a essência do sacramento do matrimónio.

 

19.03.21

FRANCISCO BENTINHO


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Faleceu no Hospital dos Capuchos, em Lisboa, para onde foi levado em consequência de uma súbita crise de fígado.

 

Ao visitá-lo, encontrei junto dele a minha Mãe e, à cabeceira, duas testemunhas do Senhor Jeová, crença que abraçara nos últimos tempos da sua vida.

 

Teve uma vida terrena intensa, ocupada, com a minha Mãe, no trato dos muitos filhos do casal.

 

Revive, seguramente, no coração dos Filhos sobreviventes, dos Netos que por cá andam e, talvez, de alguns Bisnetos.

 

A casa de morada da família do Bairro do Charquinho, em Lisboa, foi ocupada, com todo o seu recheio, por um dos Netos, que ainda lá vive, sem qualquer oposição dos Familiares.

 

Há dias, falei longamente dele a uma das suas Bisnetas, Advogada Estagiária na comarca de Viseu.

 

Vive, muito naturalmente, no meu coração.

 

Esta sua fotografia passeia comigo por todo o lado, posta na carteira ao lado do Neto que também já partiu.

 

RIP

 

 

19.03.21

AO POSTIGO


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Ontem, de manhã, a Carla manifestou vontade de irmos os três à Ericeira.

 

Saímos de casa por volta das 9H30.

 

O destino era uma sapataria, onde, na véspera, ela comprara uns ténis.

 

Pagara a compra.

 

Mas a loja não tinha o número dela,  pelo que precisou de lá voltar.

 

Àquela hora da manhã, a Ericeira estava limpa (como de costume), bem arejada (como é habitual) e quase sem ninguém nas ruas ( coronavirus oblige).

 

Ao chegar próximo da sapataria, vi uma pastelaria de porta semi-aberta.

 

- Vai um cafezinho? - perguntei á Rosa e à Carla.

 

- Claro! - responderam-me as duas em uníssono.

 

Ao postigo, encomendei as três bicas e mais um pastel de nata (elas não quiseram).

 

Saboreámos os cafezinhos sentados num banco de madeira ali postado, já desembaraçado das fitinhas com que andou adornado nos últimos meses.

 

Copo de papel numa das mãos, pastel de nata noutra, pareceu-me regressar à normalidade de antigamente.

 

Ainda aproveitámos o tempo para um pequeno passeio à beira-mar, os três devidamente equipados com as obrigatórias máscaras faciais.

 

 

 

 

 

04.03.21

PARABÉNS, ROSA BARROS!


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Nascida no dia 04 de Março de 1951, na freguesia de Cantelães, concelho de Vieira do Minho,  a Rosa faz anos hoje.

 

Filha única de um discreto e honrado casal minhoto (Bento de Freitas e Olívia Barros), a Rosa viveu a sua juventude no esplendoroso panorama do Alto Minho.

 

Cedo comecámos a namorar e casámos por igreja no dia 9 de Março de 1969.

 

A Rosa criou e educou com esmero os nossos Filhos.

 

Também ajudou a criar os nossos Netos.

 

Sem minimizar a sua forte personalidade, é  esposa exemplar, carinhosa e solícita, dedicada, sempre activamente presente nas horas boas e nas horas menos boas.

 

Criados os Filhos, quase criados os Netos, espero e desejo que o bom Deus lhe continue a dar saúde e boa disposiçao para ajudar a criar e a educar os Bisnetos que hão-de vir.

 

Parabéns, amiga e companheira de uma vida inteira!

 

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Cantelães, Vieira do Minho (pormenor)